quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Fomos chamados para fazer uma participação na festa de um casal.

Eles haviam criado uma noite especial para o reencontro de amigos que hoje saiam pouco por causa das crianças. 
Nesta noite especial, deixariam os filhos com os avós e reviveriam uma baladinha excitante, como nos velhos tempos. 

Os donos da casa queriam encomendar um bebê e estavam se preparando para viver tempos de privação, sem muita vida social.


Propusemos uma dramaturgia integrada à festa. 
A Gisele seria uma prima da dona da casa, periguete,vinda do interior para a Virada Cultural. 


Eu seria  um amigo músico do dono da casa, que só chegaria na festa quando as mulheres todas estiverem enciumadas da moça,torcendo para que a tal periguete deixasse de mobilizar as atenções.

O casal decorou o apartamento com requintes de romantismo brega, fotos do Wando e até camisinhas com sabor no banheiro da casa.

A moça ataca o violonista, que se rende e vai com ela para a Virada Cultural. 

Coincidência ou não, os donos da casa encomendaram um bebê naquela noite. 

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